15.ª, 16.ª e 17.ª Viagens: Teatros de Fantoches

Na última viagem do mês de Fevereiro partimos em busca de uma peça de Teatro escrita por António Torrado, sobre espelhos, enganos e traquinices. Ficámos a conhecer as várias partes de um texto narrativo e ensaiámos as nossas personagens.

Este mês iniciámos as Fábulas.  Conhecemos o Sr. La Fontaine e o Sr. Perrault e começámos a construir fantoches para apresentarmos duas fábulas fantásticas: “O Leão e o Mosquito” e “A maior de todas as rãs”. Os nossos fantoches ficaram espectaculares e rimo-nos muito com as peças apresentadas pelo grupo dos rapazes e pelo grupo das raparigas.

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14.ª Viagem: Ginástica da Leitura

Olá amigos das letras :)

Esta semana enfeitámos o nosso “Diário de Meninos ainda meninos”. Alguns de nós já escreveram muitas páginas e contámos a história de quando nascemos. Para a semana queremos ouvir aqueles que ainda não trouxeram. Querem ver como ficaram os nossos diários?

De seguida, e como começámos um novo mês, o mês do Teatro, fizemos ginástica da leitura, porque as coisas mais importantes para um actor são a voz e o corpo. A professora Inês, deu-nos um texto de António Torrado: “A mania das  colecções” (o vizinho do autor tinha a mania de coleccionar muitos chapéus), e nós tivemos de o ler de diferentes maneiras: sentados, em pé, de barriga para cima, de barriga para baixo, a andar depressa, a andar devagar, a andar para trás, a andar de lado… Foi muito engraçado.

No final, e como o texto falava sobre chapéus, cada um de nós foi à arca dos contos e tirou um chapéu. A partir daí inventámos as nossas personagens, ensaiámos um pequeno teatro e representámos para a professora Inês. Foi um dia divertido.

Até à próxima viagem…

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13.ª Viagem: O Novelo de Histórias

Olá amigos leitores :)

Esta foi a nossa última semana a brincar com os autores portugueses e como queremos conhecer cada vez mais livros, cada um de nós escolheu um livro dos que a professora Inês trouxe e sentámo-nos nos tapetes coloridos a ler. Depois, e como somos muito curiosos, sentámo-nos numa roda, apresentámos e contámos as nossas histórias uns aos outros.

No final, percebemos que as histórias são como os novelos de lã. Se cortarmos um bocado do fio de lã, o nosso novelo fica diferente. Acontece o mesmo com as nossas histórias: se nos esquecermos de alguma parte a nossa história muda. Por isso o fio do novelo é como o fio de uma história.

De seguida, fizemos um jogo muito engraçado relacionado com o que aprendemos. A professora Inês segurou no fio de lã e começou a contar uma história e depois enviou o novelo para uma criança que, segurando o fio, acrescentou uma frase para copmpletar a história e depois enviou o novelo para outra criança, e assim por aí fora, até todos terem dado o seu contributo. A nossa história ficou altamente:

Papagaios palradores

No tempo em que os animais falavam, vivia na floresta um papagaio muito colorido mas, ao mesmo tempo, muito triste porque era o único animal que não conseguia articular uma única palavra.

Certo dia, o papagaio foi passear na floresta e encontrou um feiticeiro leão que tinha uma barba muito muito grande, que fazia com que ele se parecesse com um sábio.

Como o papagaio não conseguia falar, comunicou com o leão por gestos, ele compreendeu-o bem e decidiu ajudá-lo. Preparou uma poção, cuja receita era:

  • 2 caudas de rato,
  • 1 olho de polvo,
  • 1 pé de cabra,
  • 8 unhas de girafa,
  • 500 pêlos de cavalo,
  • musgo verde

No entanto, uma coisa não resultou. uma das unhas de girafa vinha partida e, em vez do papagaio falar, ganhou um segundo bico.

Quando ganhou o segundo bico o papagaio sentiu-se ainda mais triste e decidiu procurar outro papagaio para lhe perguntar o que devia fazer.

O outro papagaio disse:

- É melhor ficares com esse bico, porque se não o leão mágico não te concede mais nenhum desejo.

Então, o papagaio voltou para perto do leão, que ficou muito espantado ao vê-lo assim.

- Como é que a minha poção não resultou?

O papagaio encolheu os ombros.

De repente, o leão teve uma ideia:

- Sei uma palavra mágica que é capaz de resultar!

Com alguns gestos mágicos, o leão disse:

- Ruarrr. Pungapacunga!

De repente, o papagaio abriu o bico e começou a palrar:

- Ui, ui! Obrigado, obrigado por me tres dado voz.

O que o leão não sabia era que tinha dito as palavras erradas. Quando se apercebeu, elee todos os outros animais tinham perdido a voz e agora já não podia voltar a falar para desfazer as palavras mágicas que tinha dito.

Apenas os papagaios conseguiam falar e dizer algumas palavras.

E é por isto que, hoje em dia, são os papagaios os únicos animais capazes de falar.

No final, ainda tivemos tempo para conhecer um novo livro: “Diário inventado de um menino já crescido”, de José Fanha. Neste livro, um menino escreveu as suas memórias e lembranças sobre a escola, a família, os amigos, os seus medos e alegrias.

Antes de irmos embora, a professora Inês deu-nos um caderno e uma capa. Este caderno vai ser o nosso novo diário, onde podemos escrever aquilo que nos acontece no nosso dia-a-dia. O primeiro texto vamos escrevê-lo com a nossa mãe, porque vai ser sobre o dia em que nós nascemos, mas, a partir dá, todos os textos que escrevermos ficam no segredo do nosso diário, só para nós lermos e daqui a uns anos relembrarmo-nos das nossas aventuras.

Até à próxima viagem…

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12.ª Viagem: A Roda das Histórias

Na semana passada, a professora leu-nos mais uma história, do livro “Estranhões e Bizarrocos”, e ficámos a perceber melhor porque é que existem pirilampos. Ao explorar a história encontrámos a personagem principal, onde é que se tinha passado a acção (o espaço) e em que altura é que os pirilampos surgiram pela primeira vez (o tempo).

A partir daqui, e como a professora Inês sabe que às vezes é difícil inventar histórias, usámos uma Roda das Histórias para criar o nosso texto. Esta roda é muito especial:

Quando rodamos o círculo roxo escolhemos a nossa personagem principal, com o círculo amarelo o espaço e com o círculo verde o tempo. Depois é só começar a magicar e juntar uns pozinhos da Magia das Letras, pegar no lápis e escrever até nos apetecer. E foi o que fizemos: juntámo-nos em pequenos grupos e escrevemos histórias fantásticas:

A pirata Lili

Nas férias de Verão, a pirata Lili estava a navegar no mar quando, de repente, apareceu uma baleia que a queria comer. A Lili gritou:

- Socoooorro! Socooooorro!

Mas, ninguém a ouviu, pois estava no meio do vasto Oceano Atlântico. E, de repente, a baleia engoliu-a.

- Menham, menham… – deliciou-se o senhor Belezário, a grande baleia.

Mas, a Lili teve muita sorte, porque não foi mastigada. Dentro da barriga da baleia, a pirata Lili pensava como podia escapar à ameaça de morte. Foi então que o Senhor Belezário lançou o seu esguicho de água, a pirata Lili saltou e conseguiu fugir da baleia.

- Ehhhh! Consegui! – gritou a Lili!

Palavras que nos calharam: pirata, mar, nas férias

Catarina Freitas e Inês Morais

Uma grande batalha

Era uma vez um grupo de amigos que andava a rondar o Pinhal Grande. Eles estavam à procura de um monstro, o monstro do pinhal.

O grupo chegou ao seu quartel secreto e começou a planear a captura do monstro. Quando chegou o crepúsculo, decidiram colocar o plano em acção! Percorreram o pinhal e quando, finalmente, encontraram o monstro começaram a combater.

Esta batalha foi muito difícil, mas conseguiram ganhar.

Os espiões tinham uma colecção de monstros e, com este, acrescentaram mais um!

Palavras que nos calharam: espião, pinhal, crepúsculo

Ana Sofia Ferraz, Guilherme Loreto e Pedro Santos

No final, e como queremos partilhar esta magia com todos, elaborámos uma Roda das Histórias para cada turma – até já as fomos entregar e tudo.

Foi muito divertido este dia :)

Até à próxima…

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11.ª Viagem: Brincar com Maçãs

Esta semana, a professora Inês trouxe-nos mais um livro: “O Brincador”, de Álvaro Magalhães. Antes de lermos o texto, vimos uns cartões com várias palavras do texto e tivemos de as separar: as do mundo das crianças iam para um lado e as do mundo dos adultos iam para o outro. Depois, usando as palavras do autor construímos uma história. Nós escolhemos só as palavras do mundo das crianças e escrevemos um texto muito giro.

No final, a professora Inês leu-nos a história verdadeira, que também era muito engraçada.

De seguida, começámos uma nova actividade, dizendo primeiro o que gostávamos de ser quando crescessemos. A professora mostrou-nos um novo livro: “Estranhões e Bizarrocos”, de José Eduardo Agualusa, e disse-nos que nesse livro havia uma história sobre uma menina que gostava de ser uma maçã quando crescesse: estranho sonho! Nós não sabíamos porque é que podia ser tão especial ser maçã, por isso a professora mostrou-nos um saco de maçãs. No início pareciam todas iguais, mas depois cada um tirou a sua e fizemos o seu retrato.

Agora já sabíamos exactamente qual era a nossa maçã, quais as suas características, quais os seus sinais, quais as suas cores. Pudemos identificá-la mesmo no meio de todas as outras, quando a professora as voltou a baralhar. Quando já tínhamos a nossa maçã outra vez nas mãos ouvimos as histórias da viagem que fez, onde tinha ido, o que conheceu de novo.

No final, a professora Inês leu-nos a história verdadeira da menina que queria ser maçã, mas que nunca tinha podido. Quando a menina morreu e foi para o céu pediu a Deus para lhe dar vida outra vez e transformá-la numa maçã. Deus concedeu-lhe o desejo e a menina pode ser aquilo que sempre quis. No final, cumpriu o seu grande objectivo: foi comida por um menino que gostou muito do sabor dela e a achou muito docinha. Gostámos muito de ouvir esta história e, no final, demos também umas grandes trincadelas nas nossas maçãs, que eram muito docinhas…

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10.ª Viagem: retratos e pinturas

Nesta viagem começámos por ver pinturas famosas e imaginar o que as pessoas desses quadros estariam a sentir, do que é que elas gostariam e no que estariam a pensar.

De seguida, fizemos o nosso próprio auto-retrato preenchendo um texto que a professora Inês nos deu.

No final, lemos os nossos retratos uns aos outros e ficámos todos a conhecer-nos um bocadinho melhor.

Quando acabámos esta actividade, e como estamos no mês dos Autores Portugueses, a professora Inês apresentou-nos mais um livro fantástico. Primeiro tivemos de imaginar qual seria o título deste livro através da ilustração da capa. Ninguém conseguiu adivinhar o título. Sabem qual era? “O Têpluquê”, de Manuel António Pina.

É um livro muito giro e dentro dele encontrámos os nossos amigos: os gigões e os anantes. O quê? Não sabem quem são? Então têm de ler o livro para saber :) Ah! E com este livro aprendemos e criámos uma língua nova: o xixiês, da Xixónia.

Agora é só visitarem a Xixónia na vossa imaginação e criarem as vossas palavras em xixiês. Boa sorte…

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Olá novamente… (8.ª e 9.ª viagens)

Já há algum tempo que não actualizamos o nosso Blog e como já várias pessoas nos pediram para contar as nossas aventuras, vamos começar por vos contar o que fizemos desde a última vez.

Ainda no mês de Novembro – o mês das Histórias Bem-Dispostas – ouvimos e tentámos dizer algumas lenga-lengas e trava-línguas. Acreditem que não é fácil. Como o próprio nome nos diz, estes pequenos textos têm a mania de nos enrolar a língua quando os queremos dizer. Querem conhecer alguns? Tentem dizer estes que encontrámos nos livros da Professora Inês. Mas têm de tentar dizê-los o mais rápido possível:

Conseguiram dizer todas?

No mês de Dezembro, e como houve dois feriados no dia da Magia das Letras, só nos pudemos encontrar uma vez. Lemos um texto sobre uma estrelinha e depois construímos alguns enfeites de natal: uma estrelinha e um boneco de neve em Origami (arte de dobrar papel) e enfeitámos uma bola de Natal com lã. Foi um dia cheio de artes plásticas.

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7.ª Viagem: odnuM oa oirártnoc (Mundo ao contrário)

Olá mais uma vez.

Esta semana criámos o nosso mundo ao contrário. Começámos por desenhar os nossos mundos e depois escrevemos um pequeno texto sobre eles. Estão prontos para conhecer os nossos mundos? Aqui vai:

Mundo Konoha

IMAG0036 Era uma vez um rapaz chamado Ithi que vivia num mundo ao contrário chamado Konoha. Nesse mundo havia muitas coisas malucas como carros que voam, prédios que parecem monstros, pessoas que andam de cabeças para baixo e outras que voam. Havia também dinossauros e a lua estava muito próxima da terra.

Um dia, Ithi decidiu ir viver grandes aventuras e tentar descobrir novos seres.

Andou, andou até que encontrou um computador muito engraçado. Ficaram amigos e viveram felizes para sempre.

Pedro Santos

O Mundo ao Contrário

IMAG0034 Era uma vez uma borboleta chamada Zizi, que gostava muito de viver no seu mundo ao contrário. Hoje, vou-vos contar como era esse mundo. Bem, para começar as lagartas rastejavam pelas nuvens, as árvores davam frutas de todas as cores e muito saborosas e também davam peixes, o Sol era roxo, as pessoas andavam de pernas para o ar e as casas eram em forma de C.

Certo dia, estava a borboleta a voar pelos céus, descansada da vida, quando, de repente, começaram a chover pintarolas. A borboleta Zizi ficou muito contente, pois assim podia realizar o seu grande sonho: comeu as pintarolas todas, fez um casulo e transformou-se na Princesa Pintarola.

Catarina Freitas

Mundo Akatsuki

IMAG0028 Olá a todos. Vou-vos contar como é o meu mundo ao contrário: tem carros que andam com as rodas nas nuvens, grávidas com uma barriga enorme e uma cabeça minúscula, árvores com as raízes nas nuvens, um sol rectangular, um homem partido ao meio, um prédio esférico e o maior boneco de neve do mundo.

Este mundo é muito grande e muito engraçado. Nele acontecem as coisas mais mirabolantes que possam imaginar: os monstros comem as pessoas, o boneco de neve não derrete ao sol e é esmagado pela grávida e existe uma árvore com mil ramos.

Um dia, a raposa dinossauro decidiu atacar o homem, mas ele espirrou e fê-la voar até às nuvens. Foi muito engraçado.

Guilherme Loreto

A Pantufa Cholé

IMAG0027 No tempo dos gatos com bigodes de esparguete, uma pantufa chamada Cholé decidiu ir passar férias na cidade Giroflé.

– Tenho de levar o meu perfume, os meus lápis de cera, de cor e de carvão, as minhas canetas, folhas de papel, a borracha, o afia, os livros, o chapéu, etc. – pensava a pantufa enquanto fazia a mala.

Quando chegou à cidade Giroflé olhou para o céu e viu três coisas muito, muito, muito esquisitas: um céu amarelo, um sol azul e peixes com asas e a voar.

– Estão a gozar com a minha cara de Pantufa!

Decidiu ir então à procura de um hotel, mas quando o encontrou não conseguia chegar à porta porque o hotel estava virado ao contrário. Nessa noite teve de dormir à chuva, mas em vez da chuvar cair para o chão, subia até às nuvens.

No dia seguinte a pantufa Cholé acordou constipada e teve de fugir dali a sete pés, pois tinha recebido um presente muito assustador: caganitas de peixe.

– Quero ir já para casa.

Ao mesmo tempo que dizia estas palavras, apareceram um dragão de duas cabeças, um cão lilás e uma menina que andava de pernas para o ar.

E, de repente, desmaiou…

Inês Morais


Esperamos que tenham gostado das nossas histórias e que tenham dado grandes gargalhadas a lê-las…

Até à próxima!

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6.ª Viagem: Histórias bem-dispostas

Olá novamente, feiticeiros das letras.

Pois é, esta semana foi complicada. Infelizmente as nossas meninas ficaram doentes e fizemos magia só com dois meninos. Mas nem por isso deixou de ser divertido.

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Esta semana, aproveitámos os tapetes quentinhos e fofinhos e mergulhámos na magia de várias histórias divertidas. Demos umas boas gargalhadas e ilustrámos as nossas histórias.

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Até à próxima viagem… E as melhoras para as nossas meninas!

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Desafio do Mês

Atenção, atenção…

O nosso desafio deste mês é muito divertido.
Estás preparado?

Como já deves ter reparado, os feiticeiros da Magia das Letras escreveram algumas frases disparatadas! Aquilo que te pedimos este mês é que escrevas a tua própria frase disparatada e depois é só ilustrá-la. Agora, é só puxar pela imaginação!!!
A mais engraçada ganha!
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