Não acreditam? É verdade… Como este é o mês dos Contos, continuámos a trabalhar este tema. A professora Inês fez-nos o jogo do “Quantos-queres?” para escolhermos o título do nosso conto, depois puxámos pela nossa imaginação e criámos contos fantásticos.
E não se esqueçam: um conto tem de ter magia e uma moral. A moral de um conto é a lição que aprendemos com o que acontece na história…
Querem ler os nossos contos? Aqui vai:
A árvore mágica das pêras
moral: não devemos comer tudo o que nos oferecem
Era uma vez um unicórnio que adorava pêras de todos os feitios: pêras normais, pêras doces, pêras salgadas e pêras azedas. Mas o seu sonho era comer pêras mágicas.
Um dia, o unicórnio foi dar um passeio pela floresta da magia e ouviu um duende a dizer:
– Quem quer pêras mágicas? São de boa qualidade e custam apenas 1 euro. Quem quer?
Um coelhinho de nove orelhas que por ali passava alertou-o:
– Nunca acredites num duende de barrete castanho com um ponto de interrogação desenhado.
Mas o unicórnio não lhe ligou e foi comprar as pêras mágicas. Todo contente, voltou para a sua casa cogumelo onde pôs um prato e um copo de sumo de laranja em cima da mesa. Tirou as pêras mágicas do saco e colocou-as em cima do prato.
Quando ia começar a comê-las, reparou que, preso a uma pêra, estava um papel que dizia: “Viemos da árvore mágica das pêras”. Junto a este papel vinha um mapa que dizia ao unicórnio como chegar a essa árvore: primeiro tinha de passar pela floresta das borrachas onde vivia o trol zangão e depois pelo vulcão que o levava até ao espaço. Por fim, passava pela árvore perigosa e chegava lá.
Quando ia começar a comê-las, reparou que, preso a uma pêra, estava um papel que dizia: “Viemos da árvore mágica das pêras”. Junto a este papel vinha um mapa que dizia ao unicórnio como chegar a essa árvore: primeiro tinha de passar pela floresta das borrachas onde vivia o trol zangão e depois pelo vulcão que o levava até ao espaço. Por fim, passava pela árvore perigosa e chegava lá.
O unicórnio não acreditou nesta história e desatou a rir:
– Ha ha ha, hi hi hi, ho ho ho!!!
De seguida, começou a comer as pêras mágicas todas de seguida e acabou com uma GRANDE dor de barriga.
Vitória, vitória acabou-se a história. A história está acabada e a minha boca está cheia de marmelada.
O pequeno alfaiate valente
moral: quem não arrisca, não petisca
Era uma vez um grupo de meninos que, num belo dia, decidiu ir para o campo, mas primeiro tinham de pedir autorização aos seus pais, claro! Os pais deixaram-nos ir e, depois de muito caminhar, chegaram à casa de um alfaiate muito pequenino que se chamava Sr. Body.
O Sr. Body já sabia o que eles queriam: como se chegava ao grande tesouro. Os meninos queriam a ajuda do alfaiate para lá chegar, mas ele alertou-os para os perigos que corriam: o tesouro era guardado por muitas armadilhas. Os meninos disseram que afinal já não queriam ir e o alfaiate disse:
– Eu vou na mesma e não me importo com o que aparecer.
O pequeno alfaiate valente partiu em busca do tesouro e, no dia seguinte, toda a aldeia soube que ele tinha conseguido passar pelas armadilhas e que vivia agora numa grande casa cheia de riquezas.
A Caverna Mágica
moral: não devemos ser gananciosos
Era uma vez um senhor que era muito rico e que se chamava Harry Potter. Um dia, decidiu ir à rua fazer compras, passou por muitas pessoas pobres que lhe pediram um pouco de dinheiro, ele disse que não a todas e atirou-lhes um bocado de papel que estava no chão. Mais tarde, foi para casa jantar e dormir.
No dia seguinte, os pobres repararam que o papel era um mapa e decidiram ir explorar. Pegaram no mapa e puseram-se a explorar. De repente, encontraram uma gruta que não estava no mapa. Entraram nela e soltou-se uma luz tão forte que parecia um palácio de deuses. Lá ao fundo, encontraram uma arca de onde saía uma luz brilhante. Abriram a arca e, de repente, uma voz disse-lhes:
– Realizo-vos um desejo!
– Queremos ser ricos. – respondera eles.
– O vosso desejo está realizado.
Chegaram à aldeia e tinham uma fortuna ainda maior. que o homem rico Passados alguns dias foram às compras e viram o senhor rico que tinha gasto todo o seu dinheiro e estava a pedir na rua.
Ao princípio não lhe deram nada, mas depois pensaram melhor e deram-lhe algum do dinheiro que tinham.
Os músicos de Bremen
moral: não se deve mentir
Eu vivi em Bremen com os meus pais.
Lá há uma casa de Magia e eu conhecia as pessoas que lá viviam. Essas pessoas eram mentirosas e os outros não acreditavam nelas.
Um dia, os mentirosos magoaram as pessoas e elas deixaram de ser suas amigas. Eles tinham dito a toda a gente que eram mágicos, mas estavam a mentir. Depois, os habitantes de Bremen mandaram-nos embora, porque eram maus.
Diamantes e Sapos
moral: quem tudo quer, tudo perde
Era uma vez um sapo chamado Milú que queria encontrar os sete diamantes valiosos e para isso tinha de participar no grande jogo dos sapos. Achava que com eles ia ficar rico. Procurou, procurou e mais procurou, mas não os conseguiu encontrar.
Um dia, passou por ali uma rã toda arranjadinha que também andava à procura dos diamantes. Passadas apenas duas horas, a rã encontrou uma das pedras preciosas e o sapo, logo que soube, foi a saltitar atrás dela e roubou-lhe o diamante. A cada salto que dava, o sapo encontrava mais uma jóia, até ter em seu poder os sete diamantes mágicos.
No entanto, passadas algumas horas, e como o sapo era muito trapalhão, deixou cair as pedras e perdeu-as. Ficaram os dois muito zangados e o sapo disse à rã:
– A culpa é tua, tenho a certeza absoluta!
– Peço desculpa. – disse a rã – Realmente, a culpa foi toda minha.
De seguida, a rã ajudou o sapo a procurar os diamantes e ele ficou com eles.
Mas, o grande júri do jogo dos sapos viu e ouviu tudo o que se passou e disse:
– Aquela rãzinha é que devia ficar com os sete diamantes.
E assim foi. O sapo foi-se embora de mãos a abanar e a rã distribuiu os diamantes pelos seus amigos.
Catarina Freitas
Esperamos que tenham gostado das nossas histórias. Nós divertimo-nos e rimo-nos muito a escrevê-las.




